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Glaucoma pigmentar: quando a íris solta pigmento
Glaucoma pigmentar é um glaucoma de ângulo aberto em que o pigmento da íris se solta e entope a drenagem do olho. É mais comum em adultos jovens com miopia. Muitas vezes não dá sintoma, e o tratamento segue o dos outros glaucomas de ângulo aberto: colírio, laser SLT ou cirurgia.
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O que é
Na síndrome de dispersão pigmentar, a parte de trás da íris roça nas estruturas que seguram o cristalino e solta pigmento. Esse pigmento circula com o líquido do olho e se deposita na drenagem. Quando a drenagem não dá conta e o nervo começa a sofrer, a síndrome vira glaucoma pigmentar.
Quem tem mais chance
- Adultos jovensCostuma aparecer entre os 20 e os 40 anos.
- MiopiaO formato do olho favorece o atrito da íris.
- HomensO glaucoma é mais frequente neles, embora a síndrome apareça nos dois sexos.
Nem todo mundo com dispersão de pigmento terá glaucoma. Por isso o acompanhamento é feito com exames periódicos do nervo e do campo visual.
Sinais
Na maioria das vezes, não há sintoma. Algumas pessoas notam visão embaçada ou halos depois de exercício intenso, como corrida, porque o movimento solta mais pigmento e a pressão sobe por um tempo. O diagnóstico é feito no exame, que mostra pigmento na córnea, falhas na íris e pigmento no ângulo.
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Como nos outros glaucomas de ângulo aberto: colírios, laser SLT ou cirurgia, conforme o estágio e a resposta. O SLT costuma funcionar bem nesse tipo, com cuidado na energia usada, porque a drenagem pigmentada responde mais ao laser.
Com os anos, a liberação de pigmento tende a diminuir, e a pressão pode ficar mais fácil de controlar. Cada caso é um caso.
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